Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dólar tem mais um dia de alta e se aproxima de R$ 1,90

Moeda norte-americana subiu 1,74% nesta quinta, vendida a R$ 1,8921, na semana, dólar já acumula alta de mais de 6% e de 11,13% no mês.

Depois de subir quase 3% na véspera, o dólar comercial voltou a fechar em alta nesta quinta-feira (24) e atingiu o maior patamar desde o dia 22 de setembro, quando havia fechado a R$ 1,90. Com isso, cresce a expectativa no mercado por novas intervenções do Banco Central (BC) em meio à piora da crise na zona do euro.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Dilma admite efeitos da crise

A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira ser "óbvio" que os efeitos da crise econômica mundial serão sentidos no Brasil, e garantiu que o governo federal irá se esforçar para pará-la "na porta" do país e evitar contágio.

"O objetivo central do meu governo é... garantir que, nesse momento, nós consigamos conter os efeitos perversos de uma crise que não fomos nós que criamos e que podem atingir o Brasil", disse Dilma em entrevista à emissora de rádio em São José do Rio Preto (SP).

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Crise financeira, pode me afetar com investimentos financeiros.

 

Um amigo me perguntou o que pode acontecer com relação aos investimentos feitos na Bolsa de Valor, e se eu estou preocupado com o desempenho global, esta pergunto me deixou um pouco pensativo, mais tenho que dizer que a vida e cheia de altos e baixos, e sei que se tiver uma postura econômica negativa, logo será recuperado, em pesquisa descobri que se tivesse investido R$1,00 (um Real) no ano de 1994, após algumas quedas e crises nas Bolsas eu estaria com os seguintes números.

(1994) 1 Real em diferentes aplicações:

* Em dólares = R$ 1,67

* Na Poupança = R$ 5,53

* Em Fundos DI = R$ 16,71

* Em Ações da Vale = R$ 137,33

Agora o oposto. Se devesse 1 real em 1994 no cheque especial, estaria totalmente ferrado bem ferrado.

Teria uma dívida de “apenas” R$ 3.370.395,96!!!

Então façam as contas e me digam qual e o risco do endividamento financeiro me prejudicar.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

BNDES na fusão do Pão de Açúcar e Carrefour

A oposição no Senado criticou nesta quarta-feira (29) a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no processo de fusão das redes de supermercado Carrefour e Pão de Açúcar. A base do governo considera normal a operação e disse que ele poderá contribuir para tornar o Pão de Açúcar uma empresa internacional.

Para o líder do PSDB, senador Álvaro Dias (PR), a política que vem orientando as ações do banco desvirtua a função social para a qual ele foi criado.“Achamos um absurdo. É preciso que pelo menos retirem o S do BNDES. Essa orientação na aplicação dos recursos exclui a hipótese de um banco social. O que há é um banco privilegiando megaempresários no país com recursos públicos”, disse Dias.


Segundo ele, os contribuintes têm financiado o subsídio de juros para os empresários próximos ao governo, por meio das transferências de recursos do Tesouro para o banco. “O governo já transferiu cerca de R$ 260 bilhões do Tesouro da União para o BNDES, subsidiando juros que beneficiam apenas os mais próximos do poder, ou seja, estabelecendo uma distinção entre empresários de primeira categoria e segunda categoria.”

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), defendeu participação do banco no negócio. Segundo ele, essa é uma operação comum de mercado na qual o BNDES entrará como sócio. “É uma operação de mercado, sem recursos públicos, sem recursos subsidiados. O BNDES seria sócio dessa empresa com objetivo de lucro.”

Ainda de acordo com ele, o banco cumpre o seu papel quando colabora para a internacionalização de uma empresa nacional. “Não há nada de ilegal nessa operação. É o BNDES ajudando uma empresa nacional a ser mundial.”

Em comunicado divulgado nessa terça-feira (28), o BNDES confirmou que começou a analisar o pedido de financiamento para internacionalização do Grupo Pão de Açúcar.

A operação de internacionalização, no valor de até 2 bilhões de euros, permitirá ao grupo assumir posição estratégica no supermercado Carrefour, considerado um dos maiores varejistas mundiais.

Segundo o BNDES, a transação poderá abrir “caminho para maior inserção de produtos brasileiros no mercado internacional”.

Ainda nesta quarta, o Senado vota medida provisória que transfere R$ 55 bilhões do Tesouro para o BNDES.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Banco do Brasil vence o Banco Bradesco em licitação para o Banco Postal

Banco do Brasil vence licitação dos Correios e substitui Bradesco no Banco Postal

Brasília - O novo parceiro dos Correios no Banco Postal pelos próximos cinco anos será o Banco do Brasil. O leilão para escolha do novo correspondente bancário foi promovido nesta terça-feira (31), na sede dos Correios, em Brasília e o banco estatal venceu o certame com a oferta de R$ 2,3 bilhões.

O Banco Postal oferece serviços bancários básicos ao público nas agências dos Correios em todo o país. Desde 2001, o Bradesco atuava como correspondente bancário, mas o contrato acaba no fim deste ano.

Além do Banco do Brasil e do próprio Bradesco, apresentaram propostas no leilão os bancos Itaú e Caixa Econômica Federal. O vencedor terá que pagar, no dia 2 de janeiro de 2012, R$ 500 milhões referentes ao uso das agências.

O Banco do Brasil já poderá assumir os postos de atendimento a partir de janeiro do ano que vem. O contrato é de cinco anos e seis meses, prorrogável por mais cinco anos. Para participar da licitação, o banco deveria ter ativos totais de, no mínimo, R$ 21,6 bilhões e patrimônio líquido de pelo menos R$ 2,16 bilhões.

Segundo os Correios, em dez anos de operação, o Banco Postal tem mais de 10 milhões de contas abertas e está presente em 5.266 municípios (6.192 agências). Uma capilaridade que permite a inclusão bancária em 95% do território brasileiro.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Usiminas quer dobrar seu valor de mercado

Usiminas faz planos de dobrar seu valor de mercado

Enquanto há no mercado especulações sobre uma possível venda ou mesmo a entrada de um novo sócio na Usiminas, a siderúrgica traça ambiciosos planos de valorização da marca em um planejamento de longo prazo. A empresa quer atingir valor de mercado de R$ 50 bilhões até 2015, 127% acima do atual patamar, de R$ 22 bilhões, e prevê investimentos e otimização dos procedimentos para isso.

Energia, agregação de valor, diversificação do mix de produtos, novos equipamentos e mineração são setores que devem receber grandes investimentos nos próximos quatro anos. Segundo o presidente da Usiminas, Wilson Brumer, a empresa prevê a construção de uma pelotizadora de minério de ferro em Minas Gerais, em local ainda não definido, que receberá aportes de US$ 1 bilhão. “Para viabilizar o projeto, procuramos um sócio estratégico”, disse o executivo sem acrescentar mais detalhes, apenas de que a capacidade produtiva seria de 7 milhões de toneladas, o suficiente para atender à demanda da Usiminas e com sobras para exportar.

Nesta quarta-feira, em Ipatinga, a siderúrgica inaugurou nova linha de produção de aços galvanizados (quando o produto se torna mais resistente pela aplicação de zinco puro ou de liga zinco-ferro) em sua subsidiária Unigal. O investimento de R$ 914 milhões já faz parte desses planos de diversificação de negócios, embora também tenha como foco atender ao setor automotivo. “Temos interesses em crescer como fornecedores de aço para setores como construção civil, linha branca (geladeira e fogão), naval e petróleo e gás. Setores que pedem aços mais especiais”, disse. Instalada em uma área de 25 mil metros quadrados, a nova linha traz inovações tecnológicas que permitem ampliar o mix de produtos com alto valor agregado para atender aos mercados interno e externo.

Hoje, a Usiminas concentra 70% de suas vendas no setor automotivo. Pretende equilibrar esse percentual com outros setores nos próximos anos. “Os setores naval e de petróleo e gás devem ser os mais demandantes nos próximos anos”, completa o executivo.

Dentro dos planos de expansão de seu valor de mercado, estão investimentos em matriz energética. Hoje, a Usiminas produz apenas um quinto da energia que consome e quer ser autossuficiente. A empresa pretende construir uma termelétrica em Cubatão, onde fica sua subsidiária Cosipa, e não descarta a aquisição de ativos no setor de energia. Além disso, a siderúrgica quer ampliar a produção de coque e otimizar a usina de Ipatinga, mas Brumer não entrou em detalhes sobre esse último projeto. Questionado sobre os rumores de venda da Usiminas, disse apenas que tudo que esta sendo feito pela administração visa trazer resultados para o acionista e tornar a empresa mais competitiva.

Presente na solenidade que marcou a expansão da Unigal, o governador Antonio Anastasia elogiou a postura da Usiminas em agregar valor ao produto, o que gera mais emprego e renda para o Estado. Ele prometeu também lutar para resolver os gargalos de infraestrutura, sobretudo a BR-381. “Temos a promessa da presidente Dilma em duplicar a rodovia. Vamos cobrar”, disse.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

“É Possível Ficar Rico Fazendo Day Trades na Bolsa de Valores”

“É Possível Ficar Rico Fazendo Day Trades?”

Parece que hoje em dia todas as pessoas, provavelmente animadas com várias daquelas histórias sobre operadores ricos, famosos e bem sucedidos, querem se tornar day-traders.

Muitos tentam, a maioria fracassa. Alguns tem medo, outros duvidam e é claro, tem aqueles que perguntam: “Eu posso mesmo ficar rico fazendo day-trades na bolsa de valores?”

Agora, indivíduo aleatório que provavelmente encontrou esse post no google, a resposta é sim. É óbvio que pode, qualquer pessoa poderá enriquecer, não importa se ela trabalha na área de investimentos, economia, medicina ou até como gari. E isso inclui os day-traders que, se forem competentes, farão muito dinheiro.

Mas aí eu te pergunto, porque você quer saber se é possível ficar rico como day-trader? O seu desejo é o de ter muito dinheiro ou o de ser um day-trader? Se você não tem a mínima vontade de passar o tempo todo na frente do home broker, porque não considerar alternativas melhores e mais interessantes?

Nesse post, explico porque se tornar um day-trader só pelo dinheiro é uma idéia extremamente idiota e que aqueles que tentam só estão fazendo as coisas simples da maneira mais difícil possível. Além disso, falo porque ninguém precisa fazer especificamente day-trades para conseguir várias azuisinhas.

O Fundamento dos Investimentos (e da Especulação)

Você pode comer a platinha agora ou deixar para comê-la depois, quando ela se tornar uma árvore... ou não :P

Ok, você quer ficar rico. Qual é a maneira mais básica de se fazer isso? Investindo seu dinheiro, mesmo se ele for insignificantemente nanico. Agora, talvez você não queria saber de investir, vai ver sua praia é a especulação. Mas se um trader gastar bem menos do que faz na bolsa de valores e deixar as “sobras” para poder tirar dos mercados ainda mais no futuro, adivinha o que é isso? Um investimento.

E o que acontece com um day-trader que faz 10k por mês em média mas gasta tudo o que ganha? Ele continuará fazendo por volta de 10k para sempre. Mas como é incapaz de guardar uma parte de seus lucros, nunca ficará rico de verdade. A única maneira que esse trader terá de enriquecer é se gastar menos do que ganha. Se reinvestir seus lucros, poderá fazer milhões no futuro e aí sim, será muito rico.

A verdade é que um cara qualquer pode fazer muito dinheiro com day-trades, mas apenas se ele deixar o capital crescer. Se “comer” as sementes hoje, não existirão árvores ou florestas de riqueza amanhã. Esse cara poderá até fazer muito dinheiro como day-trader, mas não ficará rico por isso, mas porque ele teve o bom senso de deixar o seu capital aproveitando a mágica dos juros compostos.

Ele é rico porque sabe usar o seu dinheiro e não porque é um day-trader.

Um super day-trader que gasta todo o seu dinheiro será pobre para sempre.

Com o Tempo, Bom Senso e Disciplina, Qualquer um Pode Ficar Rico

"Mais duas horinhas de trabalho e eu compro mais 10 PETR4..."

Considerando que ficam ricos aqueles que sabem cuidar do seu dinheiro, sejam eles traders ou não, qualquer um pode enriquecer. O segredo para isso? Educação financeira. Muitos querem o dinheiro e acham que o day-trading é o caminho, e sim, é um dos caminhos. Mas nada impede que você seja um qualquer-coisa-aqui que economiza uma grana todo mês e investe ou especula corretamente.

Se a especulação te atrai e você deseja se tornar um day-trader porque gosta, aí tudo bem, seja um trader. Mas saiba que é preciso reinvestir os lucros. Um trader pode fazer 20 mil por mês, mas se gastar tudo e os mercados pararem, ele poderá se encontrar numa pobreza que aquele ex-gari que possui trocentas ações da Vale compradas ao longo de 30 anos nunca chegou perto de conhecer.

Os juros compostos são tão fantásticos que se você souber investir e for capaz de juntar um pouquinho todo mês para comprar ações ou qualquer outra coisa, uma hora o valor ficará enorme. E isso é a mais pura verdade. Já leu aquela história do mendigo inglês que estudava os mercados numa biblioteca pública e com as esmolas que ganhava, comprava ações? Pois é, ele morreu com uns 3 milhões.

Tudo bem que esse é um exemplo extremo. Além disso o cara devia ter algum problema mental por morar na rua mesmo sendo tão rico. Mas de qualquer forma, deu para você entender. Qualquer um poderá ficar rico se souber cuidar muito bem do seu dinheiro e utilizá-lo com inteligência.

Os que Estão Atrás Apenas do Dinheiro, Vão Fracassar!


Outro motivo pelo qual ninguém deve se tornar um day-trader só pela grana é simples. Day-traders bem sucedidos, além de cuidarem bem do capital que já possuem, amam o que fazem. Muitos deles já são super ricos mas continuam operando porque simplesmente não se imaginam fazendo qualquer outra coisa. Eles não apenas trabalham como traders, eles SÃO traders.

E se tornar um trader de sucesso, seja day, swing, position ou scalp, requer muito trabalho e dedicação. E como eles são apaixonados pelos mercados, fica muito menos difícil continuarem aprendendo e se esforçando quando as coisas ficarem complicadas. Como por exemplo, quando passarem por um mês de perdas ou por um período em que os mercados ficam passeando lateralmente.

Só que aqueles que não gostam dos números, das probabilidades, que odeiam o jogo, não terão forças para insistirem quando o mínimo obstáculo surgir em seus caminhos. E acreditem, serão vários obstáculos. Por isso, se você estiver atrás do dinheiro mas não gosta do jogo, não se “diverte trabalhando”, melhor nem começar porque você provavelmente não conseguirá levar o negócio a sério.

Mas agora, como eu disse anteriormente, não tem problema nenhum você não amar a bolsa de valores como os traders mais obcecados. Vai ver o seu desejo é o de trabalhar como um engenheiro elétrico e isso é ótimo. E nada impede que você guarde uma boa parte do seu salário e invista esse capital em ações ou acumule um capitalzinho para operar utilizando as cotações do final do pregão.

Entenda que não é preciso ser um day-trader para enriquecer na bolsa. O “segredo” da riqueza é o bom senso financeiro e o uso inteligente de seus recursos com o objetivo de aumentá-los. Não importa se você é um day-trader full-time, swing trader que opera ocasionalmente ou um investidor que compra algumas ações por mês. Existem maneiras diferentes de enriquecer, para chegar lá, basta ter vontade…

…e não ser idiota demais :P

Brasil ajudando a redefinir a economia Global.

Brasil e outros cinco emergentes redefinirão economia global, diz Banco Mundial

A direção do Banco Mundial incluiu o Brasil em um grupo com mais cinco países de economias emergentes apontados como os responsáveis pela redefinição da estrutura econômica global no futuro próximo. De acordo com um relatório lançado nesta terça-feira (17), em Washington, até 2025 as economias do Brasil, da China, da Índia, da Rússia, da Indonésia e da Coreia do Sul vão responder por mais da metade do crescimento global.

O relatório, denominado Global Development Horizons 2011 – Multipolarity: The New Global Economy ("Horizontes do Desenvolvimento Mundial 2011 – Multipolaridade: a Nova Economia Mundial", em tradução livre), informa que os emergentes, entre os quais o Brasil está incluído, vão crescer em média 4,7% até 2025.

“À medida que o poder econômico muda, essas economias bem-sucedidas vão ajudar a conduzir o crescimento em países de baixa renda por meio de transações comerciais e financeiras transfronteiriças”, diz o documento.

Os países avançados, apesar de continuarem a ter um peso importante na economia global, deverão crescer em média apenas 2,3% no mesmo período. “A rápida ascensão de economias emergentes conduziu uma mudança pela qual agora os centros de crescimento econômico estão distribuídos entre as economias desenvolvidas e em desenvolvimento”, disse o economista-chefe e vice-presidente para Economia do Desenvolvimento do banco, Justin Yifu Lin. “Estamos em um mundo realmente multipolar.”

Para se consolidar como polo de crescimento, no entanto, o Brasil precisa enfrentar desafios, como melhorar o acesso à educação. “O capital humano é uma preocupação em alguns polos potenciais de crescimento, particularmente o Brasil, a Índia e a Indonésia”, diz o relatório. “Reduzir lacunas educacionais e garantir acesso à educação é central”, afirma o Banco Mundial.

Para o Banco Mundial, as eventuais medidas adotadas no Brasil devem estimular a adaptação tecnológica doméstica, capacidade de inovação e geração de conhecimento. De acordo com o relatório, as mudanças no balanço de poder econômico e financeiro terão reflexos em setores como os mercados de investimentos, fusões e aquisições.

“As multinacionais dos mercados emergentes estão se tornando uma força na reconfiguração da indústria global, com rápida expansão dos investimentos Sul-Sul e fluxos de investimentos estrangeiros diretos”, disse Lin.“As instituições financeiras internacionais terão de se adaptar rapidamente.”

Segundo o relatório, a participação e a influência crescentes de empresas originárias de mercados emergentes nas finanças e nos investimentos globais podem levar à criação de um marco multilateral para regular os investimentos transfronteiriços.

O Banco Mundial projeta ainda que, até 2025, o sistema monetário internacional não será mais dominado por uma única moeda. “Ao longo da próxima década, o tamanho da China e a rápida globalização de suas corporações e bancos deverão significar um papel mais importante para o yuan (a moeda chinesa)”, disse o principal autor do relatório, Mansoor Dailami.

Para o economista-chefe e vice-presidente para Economia do Desenvolvimento do banco, Justin Yifu Lin, a tendência é de adoção de múltiplas moedas nas negociações multilaterais. “O mais provável é que em 2025 o panorama monetário internacional se caracterize pela presença de múltiplas moedas, com predomínio do dólar, do euro e do yuan”, afirmou.

Segundo o Banco Mundial, a maioria dos países em desenvolvimento seguirá usando moedas estrangeiras em suas transações com o resto do mundo.

Fonte:O Tempo

domingo, 15 de maio de 2011

Qual e o maior interessado na criação de mais dois estados no BRASIL?

 

Justamente no momento em que o país se depara com a volta da inflação, o governo não tem recursos para investimentos e mal pode sustentar a pesada e cara máquina de gastança, construída nos últimos anos em todos os setores e níveis da administração pública, o Congresso Nacional tira do baú o projeto de divisão do Pará, com a criação de dois novos estados. Ninguém desconhece que há mesmo necessidade de uma reforma ampla na nossa divisão territorial, não apenas criando novos estados como extinguindo centenas de municípios que nunca deveriam existir, por falta de condições de sobreviver sem as verbas federais.

A questão é a oportunidade. Um país que não tem dinheiro nem mesmo para tapar os buracos nas estradas, recuperar os hospitais e escolas em ruínas e acaba de cortar meia centena de bilhões dos investimentos previstos no orçamento nacional não pode dar-se ao luxo de torrar, de saída, R$ 3 bilhões somente para a instalação de dois novos estados, cujas populações não chegam às de muitas de nossas grandes cidades.

Nenhum dos dois novos estados propostos terá como se manter com seus próprios recursos. Seus territórios são cobertos de florestas, com cidades que distam uma da outra centenas de quilômetros, muitas só acessíveis por via aérea ou fluvial, com as populações vivendo da atividade extrativista, de forma rudimentar. Bem diferentes de Mato Grosso do Sul e Tocantins, criados já com tutano suficiente para se consolidarem e numa época em que a economia do país ia muito bem.

O contribuinte nacional terá que sustentar mais dois governos estaduais, duas assembleias legislativas, dois tribunais de justiça, pelo menos 16 novos deputados federais, seis senadores, uns 70 deputados estaduais e a instalação e manutenção de toda a estrutura de governo para os três poderes, com milhares de funcionários. Isso sem se falar na necessária instalação da imensa cópia de órgãos federais. Uma gastança que não se justifica no momento tenso atravessado pela economia do país. Os nossos políticos precisam pensar duas vezes antes de levar o projeto à frente. Ele, como dezenas de outros já em tramitação no Congresso, propondo a revisão territorial do país, podem esperar mais um pouco, pelo menos até que a economia nacional volte a respirar normalmente."

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Brasil e o livre comércio

 

Bom dia meus bruxos, que este seja o melhor dia de todos os dias, bem como e de costume, vivo dando palpites na área de segurança pública, como estou voltando um pouco da minha atenção para economia e investimentos, começarei a dar informações referentes à economia.  

A União Européia (UE) iniciou estudos para modificar sua lista de preferências tarifárias, que permite que países pobres ou em desenvolvimento exportem produtos pagando tarifas menores. Como o Brasil e outras nações já seriam de renda média, quer que saim da lista.

É o ônus do crescimento. Esse tipo de mecanismo - Sistema Geral de Preferências (SGP) - foi pensado há muitas décadas. A cada período, negociam reduções tarifárias para alguns países que tenham dificuldades para entrar nas nações ricas. Mas o Brasil cresceu; tem, por exemplo, renda per capita maior do que a da Índia.

Essas vantagens foram bônus concedidos para que os países não reclamassem muito dos protecionismos que existem. Se fosse oferecido mais livre comércio e menos SGP, acho que o Brasil faria um grande negócio, seria melhor do que receber essas migalhas do SGP, que beneficiaram algumas empresas, mas que perderam a importância. O comércio brasileiro é competitivo hoje. O que nos atrapalha são as barreiras não tarifárias.

Acho que negociar um acordo de livre comércio com a UE, por exemplo, seria mais importante. Isso beneficiaria os setores mais competitivos; melhor do que dar um beneficio, enquanto eles fazem o trabalho sujo de barrar nossa entrada na Europa ou nos EUA.

O Brasil tem de brigar por mais livre comércio, até porque tem de confiar na sua capacidade de exportação.

Ontem, o país fez a OMC discutir pela primeira vez a questão do câmbio. É uma vitória muito importante. Quando o GATT foi fundado, antes da OMC, não se considerava essa questão, porque o câmbio era fixo; agora, é flutuante, e alguns usam-no para subsidiar suas exportações, ter vantagens desleais no comércio.

Isso é mais importante do que fazer de conta que o Brasil é pobre. O país tem de sair dessa ambigüidade: quando é conveniente, é pobre. Quando não, é rico e quer estar no Conselho de Segurança da ONU, por exemplo

.