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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Dilma bate recorde mundial, em cara de pau, na campanha presidencial fala uma coisa 5 dias depois de eleita fala outra.


Olha pensei que ia demorar um pouco, más ainda nem assumiu e a nossa futura presidente já esta acabando com a gente.... pra quem não viu ela disse que apóia a volta da CPMF....
Não assuste ela era contra a CPMF na corrida presidencial e apóia dias depois quem vai entender.
Mais brasileiro e assim mesmo tem memória curta.
Deixo aqui a informação, meu voto foi nulo, não queria participar da escolha do presidente, me senti envergonhado com a qualidade dos dois candidatos, aos que receberam meus e-mails, puderam observar minha indignação com relação à participante da morte de pessoas mesmo que indiretamente acho isso um absurdo.
Não defendo a ditadura, aliais se estivesse vivo e com idade suficiente tipo 5 anos, estaria na frente de batalha, tomando tiro dos MEGANHAS, apanhando e sendo levado para os porões da ditadura, como Bode não delataria meus amigos e irmãos, LUTARIA sim contra a ditadura mais de forma não letal, não roubaria bancos ou quartéis militares.
Talvez faria como José Serra lutaria puliticamente.
Esse não e o caso do post. Voltemos ao caso CPMF.
Em campanha, Dilma negou a volta do imposto. Em entrevista para a TV Bandeirantes, reiterou a negativa. No dia seguinte, em pronunciamento dúplice (primeiro Lula, depois ela), a coisa mudou significativamente. Foi assim:
Lula falou de uma oposição acirrada que enfrentou no Congresso. Para se ter idéia, APENAS PERDEU NA CPMF (imagine o que seria uma oposição amigável!). Daí, aproveitou para dizer que seria necessária a volta do tributo para melhorar a saúde - sim, aquela que, segundo Dilma em campanha, estava e está uma maravilha.
Chegou a vez da presidente eleita que, perguntada, fugiu com toda sorte de evasivas, chegando a ficar irritada diante da insistência de um repórter. Suas declarações, afinal, foram essas:

"Eu não pretendo enviar ao Congresso a recomposição da CPMF (...) não há uma necessidade premente (...) Mas, do ponto de vista dos governadores, eu estarei atenta às necessidades deles"

Se obrigassem os políticos a cumprirem o que dizem em campanha, sob pena de perder o cargo, o que restaria da demagogia brasileira?
Mas, prometendo isso ou aquilo, a promessa do imposto ficou só para depois de ter sido eleita. Note-se: ela já afirmou isso em menos de uma semana depois de eleita! Geralmente, um governante dá um tempo, pra não ser tachado de hipócrita.
Às vezes, demora quase que o mandato inteiro pra admitir a cagada. Dilma fez isso em 5 dias, novo recorde mundial.
O que virá em quatro anos? Não importa: a Carta Capital sempre dirá que o país está melhor. E quem somos  para discordar?
A verdade é que governar aumentando impostos é a coisa mais fácil do mundo. Que chimpanzé cego com paralisia infantil não consegue dirigir um país assim?


Parte deste comentário e de:
Arthur Golgo Lucas http://www.arthur.bio.br

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