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sábado, 1 de outubro de 2016

USHAHID melhor que o Facebook?

Usando redes sociais para salvar vida!

Africanos produziram um site, ou melhor um software, capaz de armazenar informações importantes baseados nas necessidades reais do ser humano, desta forma o software se transforma em uma testemunha “ocular” de transformações no mundo.

O software e mais que uma plataforma de convívio social como o Facebook, e uma plataforma de dados humanitários...

Exemplo:
A tragédia no Haiti exigiu grande esforço humanitário e o site liberou um canal para que pessoas pudessem enviar mensagens gratuitas com informações sobre desaparecidos e em situações de emergência, neste caso era só enviar um SMS para o numero 4636 descrevendo a ocorrência e local.
O software e usado no mundo exceto no “bRASIL”, para mapear desastres naturais, epidemias, distúrbios civis, promover causas sociais, controlar e promover atuações políticas, controle e mapeamento ambiental entre outras inúmeras atividades.

O software conecta voluntários com pessoas em perigo, este foi o caso em um incêndio na Rússia em 2010, salvou inúmeras vidas de usuários durante um terremoto em 2011 na Nova Zelândia e no tsunami do Japão.

Inúmeros jornalistas usam a ferramenta para monitorar temas específicos para elaboração de suas reportagens. Empresas usam a ferramenta para monitorar postagens referentes a suas marcas e funcionários.

Uso no “bRASIL”.

Marcos Gomes, fundador da startup BOO BOX, que faz publicidade em redes sociais, criou um mapa para monitorar os protestos de 2013 conhecido como “Manifestação dos 20 centavos” , o controle foi feito de jun de 2013 ate julho do mesmo ano.

Em 2011 voluntários em parceria com Transparência Hacker, com uma idéia de identificar o que a cidade de Brasília recebeu em emendas parlamentares e como este dinheiro foi e esta sendo usado, bem como identificar quais foram os deputados envolvidos nas emendas.

Conclusão.
Estranho quando neste texto e afirmado que o software não e usado no Brasil e logo em seguida e exposto dois exemplos de uso. Porém quando analisamos seu uso no mundo realmente observamos que os brasileiros não conhecem e não fazem o devido uso desta poderosa ferramenta capaz de destrinchar os meandros do orçamento do Estado, acabar com abusos de autoridades, controlar e reduzir crimes.


A cultura de que o burocrata é o dono da informação está caindo por terra no mundo enquanto que no Brasil esta realidade ainda se permeia no seio da sociedade. 

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Ácido acetilsalicílico pode mesmo prevenir o infarto e causar problemas gástrico?


As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no Brasil, na cidade de Juiz de fora em MG de janeiro a abril deste ano a cada dois dias uma pessoa morreu por causa de infarto, ou seja foram 64 mortes confirmadas nos quatro primeiros meses.

O ácido acetilsalicílico evita que as plaquetas se agrupem e obstruam os vasos sanguíneos. Por isso é que popularmente se diz que o AAS “afina” o sangue. 

Ao mesmo tempo, a aspirina atua na mucosa gástrica, diminuindo a produção de prostaglandinas – substâncias lipídicas que protegem o estômago e o intestino.

Durante o estudo de doutorado de Plinio Minghin Freitas Ferreira, na USP, sob orientação de De Nucci, foi aplicado em 24 voluntários sadios  e divididos em dois grupos. onde o primeiro grupo recebeu AAS todos os dias durante um mês. O outro grupo recebeu o medicamento a cada três dias e, no intervalo dos dias, apenas placebo. Neste período, os voluntários passaram por diversos exames como endoscopia, biópsia gástrica, teste de agregação plaquetária e medição do nível de prostaglandina, por exemplo.

foi observado que os dois grupos obtiveram eficácia para prevenção na formação de trombo, porém o primeiro grupo não teve redução da prostaglandina.





fonte 
http://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/uma-dose-de-aas-a-cada-tres-dias-e-suficiente-para-prevencao-de-infarto-e-avc/

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Facebook, Internet.org, escravidão digital.

No dia 8 de fevereiro de 2016 os indianos proibiram o projeto Internet.org, cujo objetivo seria conectar comunidades carentes em nível global, com serviços básicos da internet de forma gratuita.
Pelo projeto quando o usuário acessar sites específicos como o Facebook, Wikipédia e outros a sua conexão seria gratuita, nenhum provedor poderia cobrar pela conexao, quando acessar sites não participantes do projeto passa automaticamente a pagar pela conexão.
Os indianos estão menos conectados que os “bRASILEIROS”, porém eles alegam que projeto vai contra a neutralidade da rede , na alegação os indianos dizem que se o projeto realmente acontecer os dados de navegação serão gravados, para que exista a distinção entre quais sites o usuário estaria usando assim a neutralidade estaria quebrada. Logo tudo que você fizer na rede será acessado por terceiros, logo o custo de acesso a outros sites podem ser alterados por instituições ou países, como exemplo se você for cliente da operadora X e ela for contra a operadora Y e não aceitar que você acesse um site especifico pode querer cobrar mais para liberar tal acesso.
Com a tentativa do Facebook de "privatizar" parte da internet do país os indianos disseram não, porém o “Brasil” está querendo a todo custo esta parceria.
Na realidade este tipo de serviço já e bem aceito pela população “bRASILEIRA”, a mais escrava da internet, quando compra um chip de celular com acesso livre a serviços como Whatzaap(Acesso livre só que não), a operadora esta controlando quais dados você envia e recebe e principalmente de quem recebe.
Em abril quando Zuckerberg postou a foto em seu perfil ao lado da presidente Dilma ela estava usando um casaco do Facebook, que tem um projeto de responsabilidade social em Heliópolis, mas que, segundo a empresa, não tem a ver com o Internet.org.
No começo de fevereiro o Ministério Público Federal emitiu nota técnica dizendo que o projeto está em desacordo com o princípio de neutralidade da rede além e claro de fazer uma venda disfarçada de um novo tipo acesso a internet com um disfarce de acesso livre porém com um custo muito alto.

Rezamos para que o fracasso deste projeto na índia venha servir como um alerta a população BRASILEIRA e que diga não ao projeto de Zuckerberg.

Fonte:
Ministério Público considera projeto Internet.org, do Facebook, ilegal: Site <http://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/ministerio-publico-considera-projeto-internet-org-do-facebook-ilegal-3972.html> Acessado em 15.02.2016

Ministério Público Federal diz que Internet.org, do Facebook, afronta o Marco Civil: Site <http://gizmodo.uol.com.br/especial/ministerio-publico-federal-diz-que-internet-org-do-facebook-fere-o-marco-civil/> Acessado em 15.02.2016 
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