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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Trechos de depoimentos e relatorio do Gecep, referente ao caso da Escrivã que ficou nua,


Para quem ainda não assistiu ao vídeo, veja trecho do depoimento da Policial Militar que participou da ação que despiu ex-escrivã da policia civil de SP, a policial militar chamada por policiais civis para revistar a escrivã suspeita de corrupção em 2009 tentou vistoriá-la no banheiro da delegacia, na companhia de uma guarda-civil metropolitana, sem a presença masculina, mas foi impedida pelo delegado da Corregedoria que comandava a ação.





“A testemunha solicitava ao delegado da Corregedoria para fazer a revista pessoal (...) no banheiro existente no local. Porém, o delegado exigia que ela se desnudasse na frente dele. Referido delegado não deixou que a testemunha realizasse a revista pessoal (...) no banheiro porque ele dizia que, por ser o condutor, precisava acompanhar a diligência. Na sala também estava uma guarda-civil metropolitana para auxiliar na diligência e uma outra mulher. Por fim, (...) se jogou no chão e referido delegado a segurou pelas pernas e arrancou as calças dela, arrancando também a calcinha, permitindo que todos vissem seus pelos pubianos”, disse a policial militar em depoimento ao Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (Gecep), que instaurou procedimento para apurar eventual crime de abuso de poder e violação de direitos durante a prisão em flagrante da escrivã.


Vídeo na internet

Recentemente, imagens da ação vazaram na internet, causando mal-estar na cúpula da Secretaria da Segurança Pública do estado. Pelo menos dois documentos foram encaminhados ao secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, nos últimos dois anos o alertando sobre esse vídeo no qual o delegado despe a escrivã.



O vazamento do vídeo da Corregedoria foi criticado nesta semana pelo governador Geraldo Alckimn (PSDB), que o classificou como “grave”.



Realmente meus leitores o vazamento do vídeo e muito grave, pois toda a sociedade pode ver o quão despreparados são os agentes que se dizem policiais e que atuam em locais de repreensão a ações ilegais cometidos por outros policiais, e um absurdo maior o governador estar mais preocupado com o vazamento do vídeo, nessa altura do campeonato, ele deveria estar preocupado com o fato do vídeo ter sido feito e nas circunstâncias, que foi feito, deveria estar preocupado com as ações a ser tomado com os envolvidos na gravação, e suas punições, colocar uma corregedoria capaz como acreditamos ser, para atuar, e depois que este fato grave estiver resolvido, ai sim, meus amigos este governador deveria se preocupar com o vazamento de informações que eu consideraria sigilosas e que graças ao seu vazamento, podemos ver o quão frágil, e a avaliação psicológica, a capacitação técnica, dos agentes da corregedoria, que de exemplos de serviços bem prestados, passam a ser alvo de criticas, esperamos que com este fato o estado, na pessoa do digníssimo Governador, e dos representantes da alta cúpula do Policia Cuvil, possam corrigir o erro, e evitar que fatos como esse se repitam.



Merece o apreço e os parabéns pela ação e posicionamento do secretário Ferreira Pinto, esperamos que ações irregulares como essa que ocorrem varias vezes nas corporações da segurança publica em todos os estados da federação, sejam apuradas e devidamente julgadas, em respalda do nosso arcabouço jurídico.



Delegados afastados


Após a divulgação da ação em sites e a reprodução dela nas TVs e jornais, o secretário Ferreira Pinto demonstrou indignação com o arquivamento do inquérito da Corregedoria que apurava suposto abuso de poder praticado pelos delegados que fizeram a prisão da escrivã. Na segunda-feira (21), ele determinou o afastamento dos quatro delegados envolvidos. No dia seguinte, foi a vez de ele transferir a delegada Inês Trefiglio Valente do posto de corregedora-geral. Ela chegou a defender os policiais publicamente, ao dizer que eles agiram com “moderação”.



O promotor designado para verificar os abusos cometidos pelos policiais, decidiu arquivar o caso em 23 de setembro de 2009.


“Não há que falar em abuso de autoridade por parte do delegado (...), pois à polícia será sempre permitido relativo arbítrio, certa liberdade de ação (...)”, escreveu o promotor que arquivou o caso.
Sobre as imagens a que assistiu, o promotor escreveu que “o clima existente no local dos fatos ficou bem adverso a atuação destes, aliás, muito idêntico àqueles retratados nos filmes, quando policiais são investigados por outros policiais”.

O promotor ainda escreveu que os delegados “agiram, portanto, estritamente no exercício de suas funções policiais”.






Meus leitores seria um absurdo desejar que a LEI DE TALIÃO(olho por olho, dente por dente) se aplicasse a Delegada INES, já que ela acredita que os policiais agirão com “moderação”, fico imaginado o que ela permitia que seus agentes corregedores, realizassem.



Será que alguém poderia me dizer o que essa Delegada acha um abuso de poder.





Não seria necessário verificar as ações da DELEGADA, e do PROMOTOR de JUSTIÇA também?



Delegados trocam acusações


O delegado-corregedor apontado como o responsável por tirar a roupa da escrivã sem o consentimento dela foi ouvido e alegou que:

“a ordem para despir (...) partiu do delegado de polícia divisionário, (...). Disse também que não permitiu que as policiais femininas que estavam no local efetuassem a revista pessoal (...) porque não confiou nelas. Por fim, informou que como era ele quem comandava a operação, deliberou que a revista pessoal (...) fosse feita por ele mesmo”.

O então delegado divisionário negou que ele tenha permitido que a revista da suspeita fosse feita por homens e “afirmou que jamais autorizou ou determinou que a escrivã (...) fosse desnuda por policiais do sexo masculino. Autorizou que a revista fosse realizada dentro dos ditames legais, ou seja, por policiais femininas.”


Escrivã
No mesmo relatório, o Gecep informa que escrivã lhe contou que o delegado começou a sorrir quando ela ficou nua.



“Algemou a depoente, com as mãos para trás, e jogou a depoente no chão e, sem sequer abrir os botões arrancou a calça da depoente. Nisso o dinheiro caiu no chão. Sem necessidade alguma o delegado abaixou a calcinha da depoente, tendo ela ficado com a intimidade exposta. A depoente viu que o delegado de polícia da Corregedoria sorriu enquanto estava desnuda”, escreveu a promotora.




Fonte e parte do Texto e de origem do SITE: G1

Um comentário:

  1. Primeiro, está na cara que esse flagrante foi armado.

    Segundo, nunca, mas nunca mesmo esses maníacos, tarados, bandidos poderiam ter feito o que fizeram com essa moça...

    Fiquei muito triste e revoltado por tudo o que aconteceu com ela...

    Imagino se ela fosse minha irmã ou minha namorada e passasse por todo esse constrangimento, todo esse terror psicológico...

    Esses caras tem que ser processados, expulsos da polícia e presos por tudo que fizeram ela passar...

    PS: Quem defende a atitude desses nojentos não deve gostar de verdade de nenhuma mulher nessa vida...

    ResponderExcluir

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