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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

”Calma, vai dar tudo certo, tá?”, Você foi mimado


Pesquisas Revelam que Pessoas Mimadas Quando Bebês são Mais Felizes
Você e Feliz

Uma pesquisa que estudou o comportamento de 482 pessoas revela que pessoas que foram mimadas quando ainda eram crianças são em geral mais felizes do que aquelas que não foram mimadas quando pequenas.

O estudo foi realizado com moradores de Rhode Island, situada nos Estados Unidos, e contemplou pessoas com idade de 8 meses (para checar o comportamento dos bebês) e 34 anos (para verificar o nível de felicidade nos adultos).

De acordo com os pesquisadores o resultado da pesquisa pode indicar que bebês mimados e que portanto recebem mais amor e carinho por parte dos pais tendem a se sentir mais preparados quando adultos para enfrentar problemas do dia a dia.

A pesquisa demorou vários anos para ser concluída, já que os pesquisadores monitoraram como era a relação de 482 crianças americanas quando estas ainda tinham 8 meses de idade, e depois voltou a estudar o desempenho dessas crianças depois de adultas, quando elas completaram 34 anos.

A intenção da pesquisa era demonstrar que crianças que tiveram sua primeira infância em um local amoroso conseguiram ter uma base sólida para crescer como adultos confiantes e mais capazes de enfrentar e resolver problemas.

E para provar essa pesquisa , outro cientista, pesquisou os porcos, e constatou que eles também tem sentimento e quando são mimados, também enfrentam a vida mais preparados.

Porcos mimados são mais felizes

É fato: os porcos também têm sentimentos. O problema é que até agora não havia um jeito prático de medir o quão felizes ou tristonhos eles ficavam em dada circunstância.

Mas daí o pessoal da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, inventou um jeito de “perguntar” aos animais sobre seu estado de espírito. E descobriram que as características do ambiente em que vivem faz os porcos sentirem-se “otimistas ou pessimistas em relação à vida”.

Primeiro, os bichos foram divididos em dois grupos: um ficou num chiqueiro com bastante espaço, palha no chão e vários “brinquedos” (os pesquisadores não detalharam quais itens funcionam como brinquedos para um porco); o outro, num lugar menor, sem palha e com apenas um brinquedo disponível. Então, os dois grupos foram treinados para associar um som a algo agradável e outro a algo ruim.

Por um tempo, ao toque do primeiro som, os porcos de ambos os chiqueiros ganhavam uma maçã; ao toque do segundo, ouviam também o farfalhar desagradável de um saco plástico (!). Depois, os cientistas incluíram um terceiro som à dinâmica. E, ao ouvir o toque desconhecido, os porcos no “chiqueiro de luxo” já iam se aproximando, aparentemente esperando por uma maçã. Mas os do “chiqueiro pobre” se mantinham distantes, provavelmente apreensivos de que o que vinha por aí era o barulho chato do saco plástico de novo.

A líder da pesquisa, Catherine Douglas (co-autora de um outro estudo que eu, particularmente, acho genial: as vacas que têm nome dão mais leite do que as que não têm), explicou numa entrevista à BBC inglesa que os porcos também têm aquela coisa de interpretar a vida sob a filosofia do “copo meio cheio ou meio vazio”. E que, agora que a gente sabe disso, podemos cuidar para que os porquinhos fiquem sempre felizes e cheios de pensamento positivo.

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