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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Salário mínimo será de R$ 545 a partir de fevereiro, diz Mantega

Ministro afirma que valor será revisto para considerar nas contas variação da inflação pelo IPCA até dezembro
O ministro Guido Mantega afirmou que o novo salário mínimo será de R$ 545 a partir de fevereiro. Segundo o ministro, o salário será corrigido, em relação ao valor inicialmente proposto de R$ 540, para considerar integralmente a inflação de 2010.

Com os números do IPCA de dezembro fechados - que indicaram inflação de 5,9% em 2010 -, a regra do governo de que o salário mínimo seja corrigido pelo crescimento do PIB de dois anos anteriores, mais a variação da inflação no ano anterior, apontaria um valor de R$ 543, diz Mantega.

Para facilitar os saques em caixas eletrônicos, o valor foi arredondado para R$ 545. "É uma colher de chá, que dá um pouquinho a mais para o trabalhador", diz Mantega, referindo-se a esses dois reais de diferença.

Bem acredito eu que essa colher de chá podeira ter ficado no aumento dos parlamentares no final do ano passado, ou então pra a compra da "MANTEGA", para passar no pão do Ministro, Que ta de zueira na cara do pobre, também com um valor desses do salario, acreditem tem muitos ainda que ficaram felizes.

Segundo Mantega, cada R$ 1 a mais no salário mínimo significa custo maior de R$ 280 milhões para os cofres públicos. Com os R$ 5 de diferença apresentados hoje, os gastos do governo federal sobre em R$ 1,4 bilhão com essa revisão do salário mínimo.
(Bem não sou formado em economia, então se alguém puder me explicar como um aumento de R$ 1,00 no salário minimo significa um custo maior de R$280 milhões, o salário não e pago pelo empregador, bem eu tinha uma pequena Video locadora e possui três funcionarios, e o salário dos funcionarios quem pagava era eu, quem tinha que pagar os tributos do INSS em parte era eu, Quem pagava as ferias dos funcionarios era eu, e não o governo, então me digam como pode significar um custo para os cofres publicos, já sei deve ser o dinheiro que o governo não poderá pegar para ele em impostos, ops pera lá, minha conclusão e fálica, os impostos continuam ai, e proporcionais em suma, aumentão mais que o salário.

Até onde eu sei o que meche com os cofres púlico, em termo de salários são os salarios pagos aos ministros, presidente, deputados, senadores e funcionarios públicos, como por exemplo a aprovação da PEC 300 ou da PEC 308, este sim a desculpa de alterações nos cofres seriam bem vista, como exemplo veja o quanto custa para os cofres públicos um DEPUTADO FEDERAL segundo a fonte Article Marketing Brasil

Salário: R$ 16,5 mil
Auxílio moradia: R$ 3 mil
Gastos com telefones: R$ 4,2 mil
Passagens aéreas: R$ 4,4 mil (no mínimo)
Escritórios nos estados: R$ 15 mil



Aumento a deputados e senadores custará R$ 136 milhões/ano aos cofres públicos e bem menos que os R$280 milhões que os pobres trabalhadores do Brasil terão. conforme a fonte GIROPB e texto na integra.

Projeto passou pela Câmara e pelo Senado em tempo recorde e, além de equiparar os vencimentos aos dos ministros do STF, reajustou valores recebidos pelo presidente em 134% e pelo vice e ministros em 149%; inflação do período foi de 20,9%
No último dia do ano de trabalho efetivo da Câmara e do Senado, os parlamentares aprovaram em votação relâmpago aumento de 61,83% nos próprios salários, de 133,96% nos vencimentos do presidente da República e de 148,63% nos do vice-presidente e dos ministros de Estado. A partir de 1.º de fevereiro, quando os parlamentares eleitos em outubro tomarem posse, todos passarão a receber R$ 26.723,13, mesmo salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal e teto do funcionalismo. De fevereiro de 2007 a novembro de 2010, o IPCA, índice oficial de inflação, foi de 20,9%.

O presidente ganha, atualmente, R$ 11.420,21, menor salário entre os chefes dos três Poderes. Os deputados e os senadores recebem R$ 16.512 mil - ao todo, são 15 salários por ano -, e o vice-presidente e os ministros de Estado ganham R$ 10.748. O aumento salarial provocará um efeito cascata nas Assembleias Legislativas dos Estados e nas Câmaras Municipais.

Os deputados estaduais poderão aprovar uma lei para receber até 75% do valor pago aos federais e os vereadores poderão fixar seus salários de 20% a 75% do que recebem os membros das Assembleias Legislativas - variando de acordo com o número de habitantes do município. Em 2007, os parlamentares reajustaram os salários em 28,5%, inflação acumulada de quatro anos.

O aumento de agora significará um impacto de R$ 124 milhões anuais nos cofres da Câmara. Atualmente, a Casa gasta cerca de R$ 210 milhões por ano com os salários dos 513 deputados em exercício e dos aposentados.

No Senado, a estimativa é de um aumento em torno de R$ 12 milhões por ano com os 81 senadores. A Constituição dá aos parlamentares o direito de aumentar os próprios salários. No plano nacional, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estima em R$ 1,9 bilhão o impacto potencial nos cofres das cidades.

Emenda. Apesar de igualar o valor do salário com o do ministro do Supremo, a aprovação de ontem não significou uma vinculação direta e permanente. Para isso, os parlamentares preparam uma proposta de emenda constitucional para ser votada no próximo ano.

A proposta vai prever que, sempre que os ministros do STF receberem aumento, haverá repasse igual para os deputados e os senadores sem que seja preciso passar pelo desgaste de votar um projeto como o de ontem. A iniciativa de reajuste ficaria a cargo do presidente do Supremo. Na Câmara, já há um projeto do STF à espera de votação, elevando o salário dos ministros para R$ 30.675, ou 14,78%.

Na mesma proposta de emenda, os parlamentares pretender retirar a vinculação dos salários dos deputados estaduais com os federais, para que o aumento não seja seguido pelas Assembleias Legislativas nem pelas Câmaras Municipais. "Será uma proposta que faça a vinculação direta (com o salário do Supremo) e que acabe com a vinculação nos Estados", afirmou o vice-presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). Ele assumirá amanhã a presidência da Casa - Michel Temer (PMDB-SP) vai renunciar ao comando da Câmara hoje.

Sucessão. Maia, um dos articuladores do aumento salarial, é também o candidato do PT à presidência da Casa para os próximos dois anos. O deputado gaúcho negou que o reajuste seja parte de sua estratégia de campanha para a eleição que vai ocorrer em 1.º de fevereiro de 2011. "Uma coisa não tem a ver com a outra. Esse tema vem sendo discutido há muito tempo e, a partir de agora, não teremos mais reajustes com índices tão altos a cada três, quatro anos", alegou Maia.

O projeto foi aprovado em votação simbólica, sem registro da posição individual dos parlamentares no painel eletrônico. Alguns deputados se manifestaram contra, como Chico Alencar (PSOL-RJ), Luiza Erundina (PSB-SP), Fernando Gabeira (PV-RJ), Ivan Valente (PSOL-SP) e Marcelo Itagiba (PSDB-RJ). "Essa decisão aprofunda o abismo entre a sociedade e o parlamento. É uma demasia", afirmou Chico Alencar.

No Senado, a aprovação foi em tempo recorde. Por se tratar de projeto de decreto legislativo, não há necessidade de sanção do presidente da República e o texto é promulgado imediatamente pelo próprio Legislativo. FONTE: GIROPB

Bem acho que fui injusto com o MANTEGA, dizendo que o aumento de R$2,00 deveria ser usado para compra "MANTEiGA", acho isso um absurdo, onde e que se compra manteiga por esse preço, talves margarinha.

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